Bruno Miguel [H.1]


O Bruninho, filho de Ana Lurdes e de José Afonso, nasceu a 30 de Março de 1983, no seio da capital do conhecimento (Coimbra). Era muito dado a livros desde os 4 anos de idade, sendo que aos 6 já sabia ler e escrever melhor que muitos. Aos 8 anos já tinha escrito alguns textos e poemas de vocabulário pouco elaborado, porém consistente. Magro, de cabelos grisalhos côr de basalto, olheiras pouco definidas com um par de olhos azuis de alto mar e uma pele leve e clara, era o centro das atenções dos seus pais. O menino da mamã e do papá (conservadores), teve uma educação à portuguesa com um péssimo contacto ao exterior (como é óbvio). Nessa sua educação, esteve sempre presente um padre de nome Mário Pinto, que lhe ensinava a Bíblia Sagrada três vezes por semana. Bruno nunca fora religioso, mas conseguia fingir muito bem fugindo a muitos dos seus problemas. Este pequeno usava um chapéu azul escuro que muito estimava, com um cata-vento arco-íris preso na lateral. Ele dizia que assim, as pessoas apercebiam-se da sua presença. Bruninho tinha um problema obsessivo por doces. Tudo o que tivesse açúcar ele comia, quase sem perguntar se podia e isso tornou-o numa criança problemática. Ainda assim era uma criança calma. Foi diagnosticado como esquizofrénico, quando disse ter visto um gigante escondido no descampado por trás de sua casa. Desapareceu aos dez anos de idade quando vinha da escola, a caminho de casa. Ninguém sabe a causa e o motivo. O seu corpo continua desaparecido, juntamente com qualquer outro tipo de vestígio.
Ao fim de alguns meses, foi dado como morto a 13 de Dezembro de 1993.


Nota: A história do Bruno poderá ser alterada no futuro, apenas para acrescentar algo.

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